A Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB-BA) emitiu, nesta segunda-feira (15), uma nota que repudia o
estupro cometido e filmado por detentos da 18ª Delegacia de Polícia de
Camaçari. No caso, Daniel Neves Santos Filho e Carlos Alberto Neres Júnior,
suspeitos de terem estuprado, torturado e matado um casal no município da
Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram obrigados a praticarem sexo entre
si por outros detentos que filmaram a ação e espalharam o registro pelo
Whatsapp. A OAB-BA entendeu que o caso é uma mostra de ausência de autoridades
que deveriam fiscalizar e garantir a integridade dos presos e descreveu como
“inadmissível” a presença de celulares com custodiados. “Como chegamos a tal
ponto, em que indivíduos custodiados em uma unidade policial têm tamanha
autonomia para aplicar “leis” próprias, ter livre acesso a aparelhos celulares
e conexão à internet para compartilhar as atrocidades cometidas”, destacou a
nota emitida pela seccional baiana e assinada pelo presidente da Comissão
Especial de Sistema Prisional e Segurança Pública da OAB-BA, Marcos Luiz Alves
de Melo. Segundo o advogado, o vídeo fez os crimes cometidos ganharem ares
ainda mais “nefastos”. A entidade, por fim, diz esperar um posicionamento firme
e efetivo da Secretaria de Segurança Pública (SSP) na fiscalização das unidades
policiais sob a sua competência e que sejam assegurados os direitos daqueles
que se encontram sob a tutela do Estado. (Bahia Notícias)terça-feira, 16 de janeiro de 2018
OAB condena estupro de presos em Camaçari e pede que Estado assegure direitos de detentos
A Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB-BA) emitiu, nesta segunda-feira (15), uma nota que repudia o
estupro cometido e filmado por detentos da 18ª Delegacia de Polícia de
Camaçari. No caso, Daniel Neves Santos Filho e Carlos Alberto Neres Júnior,
suspeitos de terem estuprado, torturado e matado um casal no município da
Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram obrigados a praticarem sexo entre
si por outros detentos que filmaram a ação e espalharam o registro pelo
Whatsapp. A OAB-BA entendeu que o caso é uma mostra de ausência de autoridades
que deveriam fiscalizar e garantir a integridade dos presos e descreveu como
“inadmissível” a presença de celulares com custodiados. “Como chegamos a tal
ponto, em que indivíduos custodiados em uma unidade policial têm tamanha
autonomia para aplicar “leis” próprias, ter livre acesso a aparelhos celulares
e conexão à internet para compartilhar as atrocidades cometidas”, destacou a
nota emitida pela seccional baiana e assinada pelo presidente da Comissão
Especial de Sistema Prisional e Segurança Pública da OAB-BA, Marcos Luiz Alves
de Melo. Segundo o advogado, o vídeo fez os crimes cometidos ganharem ares
ainda mais “nefastos”. A entidade, por fim, diz esperar um posicionamento firme
e efetivo da Secretaria de Segurança Pública (SSP) na fiscalização das unidades
policiais sob a sua competência e que sejam assegurados os direitos daqueles
que se encontram sob a tutela do Estado. (Bahia Notícias)
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