
Medida foi aprovada pela reitora
Nos últimos meses,
comissão interna da UFMG analisou 61 denúncias de supostas fraudes de aprovados
no processo seletivo de 2017. Além dos 34 casos que resultaram em processo
interno, outros 10 alunos deixaram a instituição após o início das apurações.
Outros 17 estudantes passaram por análises fenotípicas que validaram as
autodeclarações.
De caráter
administrativo disciplinar, os processos correm em sigilo dentro da
universidade, que afirma garantir o direito de defesa de todos os estudantes.
Se houver entendimento que ocorreu fraude, eles podem perder a vaga na
instituição.
A partir deste ano, a
UFMG passou a exigir do candidato que se autodeclara negro, pardo ou indígena
no processo seletivo uma carta consubstanciada. No momento do registro, os
alunos devem justificar o pertencimento étnico-racial declarado. A resposta
poderá ser questionada a qualquer momento da graduação.
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