
Na semana passada, onze bebês morreram por conta de uma infecção bacteriana na maternidade do Nacional Kenyatta (KNH), maior hospital público do Quênia. As notícias foram divulgadas na sexta-feira (12) por fontes do hospital.
A bactéria Klebsiella pneumoniae vive o aparelho digestivo. Um dos fatores de risco para contraí-la é a prematuridade, por isso as unidades de neonatologia são espaços nos quais a detecção de focos é frequente.
As enfermeiras estavam sem o material apropriado para realizar as sondas nasogástricas ( que passa pelo nariz até chegar ao estômago) para alimentar os bebês. Por isso, elas precisaram improvisar utilizando tubos para aspirar líquidos e seringas, que provocavam sangramentos nos bebês.
Ainda, em uma inspeção realizada na terça e na quarta-feira passadas, mostrou que a unidade não tem berço para todos os recém-nascidos, por isso é preciso colocar mais de um bebê por unidade, o que aumenta o risco de contrair infecções, de acordo com as fontes.
VN
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