Portugal mantém até hoje a cabeça de um serial killer embalsamada em um pote há quase 200 anos. Muitas pessoas dizem que ele foi o último homem condenado a pena de morte no país, embora alguns registros históricos apontem para outras execuções após a morte de Diogo Alves por enforcamento em 1841. O galego vivia em Lisboa desde os seus 22 anos a procura de trabalho na capital portuguesa, e foi um dos seriais killers mais conhecido no país. Muitos se perguntam porque a cabeça de um assassino foi preservada, mas alguns estudos da época podem explicar isso que atualmente parece ser algo completamente bizarro. A cabeça de Diogo está na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, e muitos que passam pelo local acham completamente normal encarar os olhos do assassino, que estão abertos, dentro do pote de vidro que a cabeça é mantida com todas as expressões intactas do assassino espanhol. Com uma feição tranquila, parece que Diogo esperava pela sua morte tranquilamente no momento em que o assassino foi morto em praça pública lisboeta.
Diogo Alves ficou famoso por sua prática ‘silenciosa’ de seus crimes bárbaros cometidos contra pessoas pobres. O homem empurrava portugueses que passavam pelos aquedutos de Águas Livres, após venderem suas mercadorias no centro da capital. Foram mortas mais de 70 pessoas dessa forma, e as autoridades nunca desconfiaram que seria um assassino a matar as pessoas encontradas sem vida atiradas no chão do alto dos Aquedutos em Lisboa. Para as autoridades, aquilo se tratava de casos de suicídio, e somente mais tarde que as mortes foram atribuídas a Diogo Alves.
O assassino só foi pego depois de montar uma quadrilha que ficou famosa em Lisboa por causar o terror entre os portugueses. Após invadir a casa de um médico e matar todas as pessoas que estavam na residência, Diogo foi pego pelas autoridades lisboetas, e todos os seus crimes vieram a tona. Os comparsas de Diogo, ao todo seis, também teriam sido condenados a forca, embora essa afirmação não seja tão evidenciada nas documentações datadas na época em que o galego foi executado.
Você deve estar se perguntando por que a cabeça do serial killer então foi preservada durante tanto tempo. Na época em que Diogo foi morto, muitos estudos paralelos ganhavam força, e um deles era a frenologia. Embora ainda não seja comprovada, a frenologia foi proposta pelo médico alemão Franz Joseph Gall, em 1700. O estudo sugeria que partes do cérebro poderiam evidenciar algumas características de criminosos em série, por isso a cabeça de Diogo foi preservada.
(Fonte: News365)
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