segunda-feira, 26 de julho de 2021

Nova vacina contra a Covid-19 pode chegar ao Brasil: só depende da Anvisa




A Agência Nacional de A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nesta segunda (26/7), o pedido de uso emergencial da vacina da Sinopharm contra a Covid-19. O laboratório chinês é representado pela empresa Blau Farmacêutica no Brasil.


Segundo a Anvisa, as primeiras 24 horas serão utilizadas para uma "triagem" na documentação necessária. Em seguida, o pedido vai para a análise que pode durar de 7 a 30 dias e é feita por uma equipe multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção de medicamentos.


No momento, da triagem a Anvisa pode solicitar informações adicionais ao laboratório caso estejam faltando.


Em relação à eficácia, dados de um estudo publicado no Journal of the American Medical Association no mês de maio mostram que, após duas doses do imunizante da Sinopharm, foi registrado mais de 70% de eficácia contra casos sintomáticos da Covid-19. 


O imunizante não está no rol daqueles que foram adquiridos pelo Ministério da Saúde para serem incorporados no Plano Nacional de Imunização (PNI), mas teve o uso emergencial aprovado na Organização Mundial da Saúde (OMS) em maio e já utilizada em países como China, Emirados Árabes e Peru


Até o momento a Anvisa já aprovou o uso de seis vacinas contra a Covid: Coronavac, Astrazeneca, Pfizer, Covaxin, Sputinik e Janssen.Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nesta segunda (26/7), o pedido de uso emergencial da vacina da Sinopharm contra a Covid-19. O laboratório chinês é representado pela empresa Blau Farmacêutica no Brasil.


Segundo a Anvisa, as primeiras 24 horas serão utilizadas para uma "triagem" na documentação necessária. Em seguida, o pedido vai para a análise que pode durar de 7 a 30 dias e é feita por uma equipe multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção de medicamentos.


No momento, da triagem a Anvisa pode solicitar informações adicionais ao laboratório caso estejam faltando.


Em relação à eficácia, dados de um estudo publicado no Journal of the American Medical Association no mês de maio mostram que, após duas doses do imunizante da Sinopharm, foi registrado mais de 70% de eficácia contra casos sintomáticos da Covid-19. 


O imunizante não está no rol daqueles que foram adquiridos pelo Ministério da Saúde para serem incorporados no Plano Nacional de Imunização (PNI), mas teve o uso emergencial aprovado na Organização Mundial da Saúde (OMS) em maio e já utilizada em países como China, Emirados Árabes e Peru


Até o momento a Anvisa já aprovou o uso de seis vacinas contra a Covid: Coronavac, Astrazeneca, Pfizer, Covaxin, Sputinik e Janssen.



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