Nas proximidades das festas carnavalescas, não poderíamos passar mais um ano sem dá uma ênfase sobre a história do trio elétrico que surgiu em São Felipe. Tudo começou por volta da década de 1970, quando na garagem localizada na rua do Paraguai atualmente casa do Sr. Albino. O sr. Manoelito idealizador do projeto, o senhor conhecido por Galo e Hélio do rádio trabalhavam na construção do trio elétrico, tendo o Sr. Zezito da farmácia o financiador do projeto. Surge no município de São Felipe o “pirata trio” nomenclatura dada em virtude do patrocínio da rum montilla.
Tinha composição originalmente na formação do trio composto por uma equipe instrumental, cavaco, guitarra e o triolino, composta pelos artistas Reinaldo do cavaquinho, Talbinha na guitarra os percussionistas, Cacau, Valtinho de Castro Alves, Luiz de Nié, João caixa de tambor, Ziú, Benedito, Antônio Branco. A nova formação passou a contar com novos integrantes, impulsionado por ser famoso em sua qualidade sonora, tocou de ponta a ponta do estado da Bahia e outros estados, revelou diversos artistas importantes. Passou também a puxar blocos carnavalescos na capital Salvador, como por exemplo Dengo da Bahia e Camaleão. Participação histórica no confronto com os trios Dodô e Osmar, Tapajós, Top 69, valneijós e outros, no entanto ficou em 2º lugar na disputa de melhor trio da Bahia, perdendo o primeiro lugar para o trio de Dodô e Osmar.
Por volta dos anos 90, o trio foi vendido ao ex. Motorista do São Felipe trio, cidadão da cidade de Sapeaçu que se tornou empresário, sr. Benedito, muito conhecido por Ditinho. O nome São Felipe trio foi modificado para Trio Estrelar, muito conhecido na atualidade. A banda instrumental foi se desfazendo com o tempo até chegar no final. O São Felipe Trio, trouxe glórias e orgulho por muitos anos aos filipenses, muita saudade exposta pelos entrevistados e antigos funcionários do eternizado São Felipe Trio. (Fonte:Escudo Social de São Felipe, Texto; Luis Eduardo Aguiar da Silva e Moura)
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