O ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva (PT) se entregou à Polícia Federal (PF) e foi preso na
noite deste sábado (7), após ficar dois dias na sede do Sindicato dos
Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Ele estava no edifício no Centro
da cidade do ABC desde quinta-feira (5), quando o juiz Sérgio Moro expediu mandado
de prisão. O ex-presidente saiu a pé da sede do sindicato às 18h42 e caminhou
até um prédio próximo, onde equipes da PF o aguardavam. Ele entrou no carro da
PF às 18h47. A saída teve de ser feita dessa maneira porque, às 17h, Lula
tentou sair de carro, mas foi impedido pela militância (veja aqui). Naquele
horário, o ex-presidente voltou para o interior do prédio. Após mais de uma
hora, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffman, subiu em um carro de som e
disse para a militância que a PF havia dado meia hora para que eles resolvessem
a situação. Ela acrescentou que, se não fosse resolvida, "é Lula que vai
sofrer a consequência". “Quando Lula tomou a decisão, ele tomou a decisão
baseada em uma situação. A resistência nós podemos fazer. Mas a leitura que fazemos
aqui não é a nossa resistência, mas é a resistência dele”, disse. (VOZ DA BAHIA)
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sábado, 7 de abril de 2018
Lula finalmente se entrega à Polícia Federal para ser preso
O ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva (PT) se entregou à Polícia Federal (PF) e foi preso na
noite deste sábado (7), após ficar dois dias na sede do Sindicato dos
Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Ele estava no edifício no Centro
da cidade do ABC desde quinta-feira (5), quando o juiz Sérgio Moro expediu mandado
de prisão. O ex-presidente saiu a pé da sede do sindicato às 18h42 e caminhou
até um prédio próximo, onde equipes da PF o aguardavam. Ele entrou no carro da
PF às 18h47. A saída teve de ser feita dessa maneira porque, às 17h, Lula
tentou sair de carro, mas foi impedido pela militância (veja aqui). Naquele
horário, o ex-presidente voltou para o interior do prédio. Após mais de uma
hora, a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffman, subiu em um carro de som e
disse para a militância que a PF havia dado meia hora para que eles resolvessem
a situação. Ela acrescentou que, se não fosse resolvida, "é Lula que vai
sofrer a consequência". “Quando Lula tomou a decisão, ele tomou a decisão
baseada em uma situação. A resistência nós podemos fazer. Mas a leitura que fazemos
aqui não é a nossa resistência, mas é a resistência dele”, disse. (VOZ DA BAHIA)
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